
Pois eu já estava com banzo das salas de cinema, então chamei o ado pra uma sessão. A escolha demorou (nós temos gostos completamente diferentes), mas, diante de mais uma entressafra filmográfica, acabamos optando pelo pop "Marley e Eu". D ficou desconfiado... perguntou se o cachorro "falava" ou "jogava basquete"... mas, quilido, aceitou.
Um "sempre quis, mas nunca fiz" foi ler esse livro. Pra mim, ler livro - tal qual ver cinema - é sinônimo de descontração: não gosto de passar o tempo quebrando a cabeça ou tentando desvendar os mistérios da vida ou do universo. Gosto de estórias, sejam tristes ou felizes. De temas criativos. De entretenimento puro e limpo.
Pois bem. Tava afim de ler o tal; não li. Fizeram uma filmagem; resolvi conferir. E não me arrependi. Estou certa de que a versão impressa é muito mais complexa... talvez mais divertida, até. Se as versões cinematográficas baseadas em best-sellers fossem tão "redondas" como as estórias originais, elas não seriam filmes. Seriam séries inteiras. Mas gostei mesmo do dito-cujo. Owen Wilson fica bem melhor, menos pastelão. E Jennifer Aniston vive a "mulher-comum" (exceto pela incomum beleza) de sempre, sem pecar. Mas o espetáculo é o personagem do título. Os cachorros-artistas que interpretam Marley (em todas as fases de sua vida) roubam a cena MESMO. E D e eu até conversamos a respeito: não deve ser fácil adestrar cães para que eles pareçam malcriados. E o intrigante é ver que mesmo o "pior" dos cachorros inspira carinho da audiência. Diferente de criança (
Enfim. Ri, chorei e me entretive. E D também gostou, o que me deixou ainda mais feliz. Entretenimento light goshtojinho - especialmente aos pais de cachorros, como eu.
P.S. nada a ver: tô aguardando ansiosa por "O Curioso Caso de Benjamin Button". E hoje estréia "A Troca". Detalhe: Jennifer Aniston > Brad Pitt > Angelina Jolie. O velho triângulo continua ativo...
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