
Ok, isso faz sentido. Mas não é só por aí que a banda toca. Eu mesma me enervo justamente porque os outros só pensam em si mesmos. Sabe falta de educação? Poizé.
Voltando à questão do trânsito: eu uso muito o Eixão, aqui em Brasília. Sua velocidade máxima é de 80km/h. Paralela a essa famosa pista, correm dois Eixinhos a 60km/h. Mas é claaaaro que os rodas-presas andam no Eixão. Na última faixa. E, não felizes em atrasar a vida alheia, andando a 50km/h, eles ainda freiam quando avistam um radar. Isso é má educação (no sentido de falta de instrução, mesmo). Ou, no mínimo, estupidez.
Há, ainda, aqueles que acham que dirigem bem. Então, sentem-se seguros em tesourar os carros a torto e a direito, pondo em risco a vida dos outros. Isso, definitivamente, é má educação (no sentido de completa falta de noção). Sobre os porquinhos, prefiro nem comentar mais.
No tal e-mail, fala-se, por exemplo, sobre como não se deve ficar P da vida quando alguém estaciona grudado à porta do nosso carro, obrigando-nos a entrar pela porta do passageiro. Ok, também é válido. Mas, PQP... por que a gente precisa engolir o insulto, quando, na realidade, a idiotice (e, pasmem: má educação) alheia está, sim, atrapalhando??? Ah, não. E mais: e se o outro vizinho tiver a mesma atitude? A gente senta e espera, pensando em como a vida é boa e as pessoas são felizes? Ah, não MESMO.
Eu compreendo o porquê de um texto assim. Entendo que a gente precisa mudar alguns hábitos para viver melhor. Relaxar, tranquilizar. Levar a vida de forma mais light. Eu sei que ando estressada, e tento trabalhar isso em mim mesma. Mas uma coisa é ser paciente. Outra coisa é virar pastel.
Então, não concordo MESMO com textos assim. O estresse não é porque me sinto o umbigo do mundo. É porque os outros se acham, e não estão nem aí para quem ou o que está em volta deles. Sei que o começo de um mundo melhor parte de cada um. E, na minha opinião, o primeiro passo é que todos aprendam a dirigir.
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