Nos primórdios da praticidade, anos-luz antes do e-commerce, algum(a) espertinho(a) resolveu explorar a natureza consumista das mulheres. Assim nasceu a capetinha Avon.
Aquelas clássicas senhorinhas cor-de-rosa dominaram o mundo, proliferaram-se como Gremlins pós-banho e, hoje, habitam comércios, vizinhanças, escritórios, repartições públicas (nestas, clandestinamente...). O fato é que elas estão por toda parte.
Até euzinha, que nunca fui de me embonecar demais, acabei me rendendo (afinal, consumismo é uma doença sem preconceito com segmentos de mercado). Compro maquiagem, esmalte, creme, protetor solar, produtos para o cabelo... ufa! Pior: eu não compro porque vêm me oferecer. Não, não! Todo mês eu é que cutuco "minha" revendedora pedindo pra ver a tal revistinha. Ow, isso é muito do mal!!!! Rs... mas faz um bem tão bom...!
Enquanto tem tanta gente se viciando em coisa ilícita, eu sou Avon-holic. Bem... dizem que o 1º passo para a cura é admitir que tenho um problema, né? Mas... posso querer me curar só depois da próxima campanha??? (Ouvi dizer que vai lançar uma máscara para cílios superultrapowerblaster!!!!)
Vivemos experiências engraçadas, exóticas, inusitadas, tristes e triviais. E, seja qual for o motivo, elas viram estória e dão o que falar. Enfim: as causas são remotas, mas a conseqüência é este blog.
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