
Não deu porque os nomes de alguns indivíduos me tiraram o foco. "Fulaninha do Rabecão"; "Sicrano Amigo"; "Fulana da 3ª Idade"; "Beltrano Zé Ninguém"; "Fulano do Gás"; "Obreiro Sicrano"... fora a quantidade de títulos. Nunca se viu tanto professor, doutor, pastor, irmão e o diabo a quatro. E aí eu pergunto: como é que esse povo quer ser levado a sério? Será que a política precisa de mais palhaços?
A criatividade anda solta por aí. Só posso imaginar a "arte" que vai ser o horário eleitoral gratuito. Mas, isso, só a partir de agosto.
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